COPA AVRACE DE MARCAS – RESULTADO 4ª ETAPA – INTERLAGOS

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Ola amigos e pilotos AVRACE, iniciamos a segunda parte da copa com a 7 prova disputada no circuito de Interlagos, mas desta vez com uma corrida um pouco diferente, onde os pilotos tiveram que se preocupar com os pneus e com o reabastecimento nos 45 minutos de prova disputada.

Segue o resultado oficial do campeonato:

PROVA 1

Link PDF completo: PROVA 07 – Interlagos – 2015.05.18

PROVA 07 - INTERLAGOS

RECLAMAÇÕES E PUNIÇÕES

PROVA 1

SEM REGISTROS


CAMPEONATO DE PILOTOS

Link PDF completo: COPA AVRACE DE MARCAS – CAMPEONATO DE PILOTOS

COPA AVRACE DE MARCAS - CAMPEONATO DE PILOTOS

CAMPEONATO DE EQUIPES

Link PDF completo: COPA AVRACE DE MARCAS – CAMPEONATO DE EQUIPES

COPA AVRACE DE MARCAS - CAMPEONATO DE EQUIPES

O campeonato esta sendo disputado ponto a ponto e agora temos um novo líder, a próxima corrida está marcada para o dia 01/06/2015 na pista de Cascavel.

Ney Dilay

Conhecendo o Super Clio

Ola Amigos da AV Race!

Esta chegando a hora que queimar o asfalto com o Super Clio! Mas antes disto ocorrer, vamos conhecer um pouco da categoria.

A categoria Super Clio estreou no automobilismo brasileiro em 2006 e integra a Renault Speed Show.

O CARRO – A aparência é de um Clio com linhas mais arrojadas e esportivas – mas têm chassi tubular construído em fibras de vidro, de carbono e de kevlar.

O MOTOR – O motor é o Renault de quatro cilindros e 16 válvulas, com 2.000 cc, 220 cavalos de potência e câmbio seqüencial de seis marchas. O peso do carro é de 680 kg.

Os veículos são equipados com pneus PZero, da Pirelli, nas medidas 265/645-18 (Slick) e 265/645-18 (Rain).

Ficha Técnica SUPER CLIO

Chassis: tubular spaceframe revestido de chapas de alumínio
Piso: plano de madeira e difusor de fibra de vidro
Carenagem: compositos (plastico reforçado com fibras)
Parabrisas: policarbonato
Asa traseira: fibra de vidro e suporte de alumínio
Suspensão: com duplo triângulo e push rods
Barras estabilizadoras: reguláveis
Motor: Renault 2.0 com 220cv aprox.
Câmbio: Renault transversal, 6 marchas, seqüencial com power shift
Freios: caliper 6 pistões e discos 330x30mm
Rodas: 18×10
Pneus: Pirelli medidas: slick – 265/645-18 rain – 265/645-18
Tanque de combustível: 70l
Sistema de aquisição de dados: p.i

Pesos e dimensões

Chassis: aproximadamente 150 kg
Conjunto motor e câmbio: aproximadamente 100 kg
Conjunto componentes/suspensão: aproximadamente 40 kg
Conjunto componentes/freio: aproximadamente 50 kg
Rodas e pneus: aproximadamente 80 kg
Carenagem: aproximadamente 120 kg
Peso total estimado: 680 kg
Distância entre eixos: 2.65 m
Largura total: 1.80 m
Materiais empregados:
– tubos de 30mm de diâmetro sae 4130 espessura de 1,5mm
– tubos secção quadrada 40x40mm sae 1020 espessura de 1,5mm e 1,9mm
– tubos secção quadrada 20x20mm sae 120 espessura de 1,0 mm
– tubos de secção retangular 40x20mm sae 1020 espessura de 1,5 mm
– chapas de alumínio 5052 t6 espessura de 1,0mm e 1,2mm
fabricante: action power

Logo teremos mais informações sobre o campeonato que se inicia em 1 semana.

Até mais.

Ney Dilay

Agora só falta uma!!

A equipe “Equibenga”, acabou de ficar pronta. Equipe esta que possui os seguintes pilotos:

Rodrigo Chichof Nº171
Jackson Farinhaque Nº157

A Seguir as imagens dos carros:

Abraço a todos
Filipe Sampaio

Conhecendo o MINI

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Ola companheiros do AV RACE, como sabem, estaremos disputando curvas e retas com o Mini Cooper logo logo. Desta vez não tem mais discussão falando que o Scirocco anda muito mais (e anda mesmo), agora é brinquedos iguais para todos. Estamos falando o Mini Cooper.

Mas você conhece o conhece o MINI Cooper? Bom, não que eu conheça muito, mas segue um pouco do carro que estaremos utilizando no próximo campeonato.

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Características do Mini Cooper

Motor: 1600CC V4 16 Válvulas

Potência: 210 cv a 6.950 Rpm

Toque: 245 Nm a 4.500 Rpm

Peso: 1090 Kg

Transmissão: Tipo “H” de 6 Velocidades

Tração: Dianteira

É importante observar que o Mini tem o maior torque e potência na faixa de 4.500 a 6.950 Rpm, isto traz uma característica interessante para o modo de pilotagem, principalmente nas saídas de curvas, pois no lugar de sair com o motor esgoelando (como é de costume da maioria), damos lugar a uma saída mais suave, o que por vezes parece que perdemos tempo. E nisto estará muito do ganho de décimos que teremos em qualquer pista. Como exemplo, tenho a pista Falkenberg, onde devo ter rodado umas 500 voltas fácil em treinamento para um campeonato que ocorreu dias atrás na GTRBrasil. Com o mesmo set-up que iria usar para a corrida, comecei a fazer alguns testes na relação de marchas (junto com o Lucas Baisso, companheiro de equipe). Não sei o quanto foi problema de braço, mas com uma relação de marchas onde a saída de curva o RPM ficava muito mais próximo a faixa de torque e potência, o ganho era de 0,300 segundos mais rápido na volta, parece pouco, mais para uma grid de Mini isto é muito (chegamos a ter 45 pilotos andando no mesmo segundo).

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O Mini é um carro mais simples de guiar, principalmente por sua potência menor e a tração dianteira, mas não pense que é somente enfiar o pé no freio de depois no acelerador. Ele é um carro com uma tendência muito grande de sair de traseira, e ai esta um dos maiores problemas em corrida, pois como andamos a corrida inteira colados, um pequeno toque na entrada de curva pode ser um final de corrida antecipado.

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Na minha opinião, a regra básica do Mini é: “aprenda a andar colado e não sai da pista”, só com esta prática você poderá ganhar corridas, pois qualquer pequena falha no Mini, são muitas posições de perdidas e no Mini, tirar 1 segundo para o cara da frente, pode durar a corrida inteira e ainda assim continuar este 1 segundo.

Um grande abraço e logo estaremos com mais informações.

Ney Dilay